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Poema- o povo que não silencia

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Quem chegou aqui primeiro? De antemão, já vou dizendo: não foi Adão, não! Teoria vai, teoria vem, surgem ideias do além… Mas nos convém lembrar das minorias também. Quem diria que nessas teorias surgiria Luzia! Luzia, envolta numa manta, lá de Lagoa Santa! Luzia, dos tempos antigos surgia, feito memória primeira dessa terra que já vivia. Antes da invasão, das cercas ou da cobiça fria, já havia canto, rio, floresta e sabedoria. Povos originários, guardiões da terra e do chão, resistindo ao fogo, ao ferro e à imposição. E eu diria, sem ironia: “todo dia era dia de índio” — e ainda deveria! Não só um dia pra lembrar ou pra comemorar… mas todo dia pra respeitar, ouvir e preservar. Porque quem primeiro viveu essa terra com sabedoria não merece só homenagem — merece justiça todo dia. E eu repito, sem nostalgia, como quem aprende e anuncia: “todo dia era dia de índio”, ontem, hoje, em rebeldia. Porque a terra tem memória, e o povo te...

Poema- Professor de famosos anônimos e seus sinônimos

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  Professor de famosos anônimos e seus sinônimos Na chamada, não é só nome… é história em formação: Romário, Davi Luiz, Messi… começa a escalação. Mas não tem juiz, nem torcida em multidão, é sala de aula mesmo… giz, caderno e atenção. Romário fala muito, às vezes até enrola, “O Casagrande calado é um poeta”… e a sala se inquieta… mas logo se consola. Davi Luiz é intensidade que não cabe na escola, defende, ataca, organiza… quer mandar na bola, já se vê técnico, estilo Filipe Luís na beira da escola. E Messi, quieto, quase passa despercebido, mas quando aparece… faz o difícil parecer permitido. — Michael Jordam! — chamei então, — Professor, tá errado… meu nome é Jorda, não! E ali, mais que correção, veio a revelação: ele conheceu seu nome… na própria explicação. Tem Ana Carolina, Paula Fernandes na canção, Antônio Marcos, raiz firme no chão, e o tal do Mirosmar — nome de Zezé Di Camargo — provando que o simples também vira multidão.               ...

Poema- Antepassados

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                                                                                Antepassados...  Com o mundo criado, criando o mundo desde o passado!  O legado do nosso antepassado foi abraçando!  Assim o abraço é levado e preservado! E nunca fica no passado!  O amor é revelado, recebendo o abraço tão abençoado  O mundo para, e não fica atrasado!  O mundo é amado com o cuidado dos nossos antepassados  Tudo vira passado, mas os antepassado se faz presente! Passado preservado em nossa mente!  Salve nossos antepassados, que serão lembrados para sempre!  Aluna Lorena Etelvino / 6°A

Ode a duas estrelas- autor Marcos Müzel

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Elia e Elio, um casal de mestre em sintonia! Ninguém imaginaria, que tão cedo nos deixaria! Elia e Elio, sois sóis! Quem dera, nós! Brilharmos como vós!  Elia e Elio, nunca ficariam a sós! Quem seria seu algoz? Nenhum de nós! Outrora a vida lhe seria atroz! Em 15 de março de dois mil e vinte e três!  Nos deixastes, órfãos sem porquês! Eliorefe, Elio, Eli! Que seria de Dona Elia sem tí? Todavia, Dona Elia diria:-“Eli, filho de Davi, tenha misericórdia de mim!” Elio, que no Aurélio advém Sol das estrelas, diria: -Sorria, amada minha! A sua hora loga chegaria, e logo como magia! A sua estrela se completaria! Sem melancolia, mas ninguém imaginaria, que este dia logo viria! Vinte e três de maio de dois mil e vinte e cinco! Menos de dois anos se passaria, e com afinco Dona Elia nos deixaria! Elia, Elio, sois sóis! Onde queres que estejam, nunca estarão a sós! Eli, Elia, estrela resplandecente, nunca estarás ausente! Eli, Elia, deixaste duas sementes de presente! Não se engane, Eli, ...

Poema-Dor da ausência, com consequência- Sthefany

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Às vezes sinto uma dor muito forte, que tenta tirar o meu norte ! Mas ignoro, ou, tento disfarçar com algo, que me traga sorte! Algo Feliz, para mascarar minha tristeza, mas com sutileza! Uma tristeza muito profunda, como um buraco sem   fim, que dói e arde dentro de mim! Eu minto, para mim mesma todos os dias, falando: estar tudo bem, vai ficar tudo bem! Mas porém, essa dor vai além! Não me convém ignorá-la! Apenas sorrir, só se destrair, para amenizá-la! Mas.... Mais no fundo sei que é só uma mentira! Talvez eu a repita tanto nos dias que até parece que ela vai virar verdade. Que fatalidade! Perder alguém é assim? Eu nunca, eu nunca vou superar? Não! Não! nunca! Pelo menos não totalmente! Como superar um ente ausente? Mesmo que faça anos, décadas ou séculos! Tudo isso dá um nó no peito! Não tem jeito! Minha vó, desata esse nó! Lembrança, por favor não se vá! Só me resta a esperança! De esperar um dia poder te reencontrar! Você estará para sempre, n...

Poesia- Ruína do Nazismo-( Autor: Natan Mayoral Silva 8ºA 10/06/2025) Emef Leonardo Villas Bôas

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  Seres tão cruéis Que matam e torturam Pessoas que nos prenderam e nos assassinaram! Buscam a perfeição! E se perdem na escuridão! Matam pessoas deficientes! Torturam crianças inocentes! Nós não somos especiais! Mas somos iguais!  ( Autor: Natan Mayoral Silva 8ºA 10/06/2025)

Poesia: Choros silenciados ( Aluna Stephany Maria da N Gomes 8°C 6/5/2025)

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Escuto várias pessoas chorando!  Mesmo em silêncio, elas estão! Seria isso em vão? -Espero que não! Chorando de agonia, de culpa!  Alguém se atreveria a dar a mão? Estão chorando de vergonha, mesmo que elas não tenham, culpas, são vítimas! De agressores, abusivos que os usam e matam! Choro em silêncio, choro por socorro! Todo dia, toda hora! Alguém  implora! Porquê chora? -Ora não demora! Elas não tem culpas de serem abusadas! Por que teriam? Elas são crianças arrasadas! Você seria capaz de dar uma esperança, a essa criança? Se perceber uma criança abusada, ameaçada! Ajude-a a sair dessa cilada! Denuncie, auxilie, essa criança precisa de uma esperança! Por que os culpam por serem abusadas? Por que não os ajuda? Por que não? Querem evitar confusão? Veja o lado delas!  Que tal dar a mão? Elas têm culpas, de serem abusadas por monstros sem razão? Claro que não! Então lute, relute!  Afinal somos todos irmãos!

Poema- Jenipapo, a resistência com consequência

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Na Guerra da Independência, não houve clemência! Muita inocência, os piauienses lutavam por independência! De um lado, portugueses fortemente armados! Soldados, desalmados, armas de fogo e até canhões! De outro lado, sertanejos, indígenas, vaqueiros! Os verdadeiros, brasileiros, não foram fujões! Com armas artesanais, foices e facões! Às margens do Rio Jenipapo a batalha foi cruel!   Lutava um povo fiel! Seu papel? Resistir a opressão, voltar a situação! Colônia não dá mais não! Nesta luta, seu cabra da peste o Nordeste saiu na mão! Então Piauí, Ceará e Maranhão se juntaram de montão! Independência ou morte, que confusão! Batalha suicida, mais que em poucas horas os portugas domina! Na batalha pela emancipação, essa luta não foi em vão! Salve os heróis no Jenipapo, porque nem tudo deu errado! Os heróis da resistência, clamavam por Independência! Em seis de agosto de mil oitocentos e vinte e três veio e emancipação! Piauí, Ceará e Maranhã ganharam de mont...